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Elaboramos informação técnica especializada para a reparação automotiva: desenhamos diagramas elétricos automotivos em um padrão próprio que uniformiza a leitura dos esquemas independentemente de sistema (injeção eletrônica, abs, ar condicionado, etc...) ou montadora (Fiat, Ford, GM, VW, Renault, etc...). Com a mesma estrutura, desenvolvemos a ferramente Pinout Gráfico Interativo, uma nova forma de apresentar as ligações elétricas entre os componentes dos veículos. Esse padrão permite uma visualização macro do sistema, pois evita a sua fragmentação e facilita a leitura na medida em que elimina o trança-trança de linhas no papel. Os diagramas elétricos são organizados em Volumes e Coleções acessados online através da página diagweb.com.br. O produto final é vendido à Profissionais da área de reparação automotiva espalhados em todo o território brasileiro, e em outros países como o Uruguai, Argentina, Chile e Paraguai.

Regulando a chave seletora do câmbio AL4 para Peugeot, Renault e Citroën


Por Hélio Czerny.

Os câmbios automáticos, de maneira geral, são equipados com um dispositivo chamado chave seletora. Essa chave seletora pode estar localizada na parte interna ou externa da transmissão automática.

Esse dispositivo possui diversas e variadas finalidades que se alteram conforme os fabricantes. Dentre elas, podemos citar algumas funções básicas tais como: liberar ou bloquear a partida conforme a posição da alavanca seletora de marchas, ligar / desligar as lâmpadas da marcha a ré, informar a posição em que se encontra a alavanca seletora de marchas e algumas outras.

Pois bem, essa chave, quase sempre, requer uma regulagem para o seu correto funcionamento, pois, caso contrário, as informações por ela prestadas não corresponderão a situação real e física do câmbio e da alavanca seletora.

Por isso, nessa dica, mostrarei como deve ser regulada a chave seletora que equipa o câmbio AL4.

Primeiro passo: coloque a alavanca seletora na posição “N”;

Segundo passo: Localize a chave seletora na parte superior do câmbio;

 

Terceiro passo: Localize e solte (de maneira que a chave possa ser movimentada com certa facilidade) os parafusos de fixação da chave seletora;

Quarto passo: localize os dois contatos elétricos que se encontram na chave seletora;

 

 

Quinto passo: Coloque o seletor do multímetro na posição (Ω) ou   e conecte cada cabo do instrumento a um dos contatos (não existe polaridade). Gire a chave seletora até que, no display do instrumento, apareçam, somente, “zeros”.

 

Sexto passo: Fixe a chave seletora, apertando seus parafusos de fixação, e movimente a alavanca seletora algumas vezes. Após isso, retorne a alavanca para a posição “N” e verifique se o multímetro volta a indicar “zeros” no display. Caso isso ocorra, a regulagem foi bem executada. Caso contrário, repita os passos anteriores ou verifique a existência de outros problemas no sistema.


Hélio Czerny é Instrutor de câmbio automático e automatizado e proprietário da Hellis Treinamento e Desenvolvimento.

www.hellis.net.br | Facebook.com/hellistreinamentos

Whatsapp: (65) 9.8163-3021 | E-mail: helio@hellis.net.br

Os benefícios do hábito na reparação automotiva

Como melhorar o diagnóstico de falhas elétricas através do uso de diagramas elétricos e pinouts gráficos?


Por Fábio Ribeiro von Glehn

Olá pessoal! Eu estava assistindo um vídeo do professor Paulo Bonacella – espero que a pronuncia abrasileirada do nome dele não me cause constrangimento – e nesse vídeo ele explica sobre como nadar mais sem se cansar.

Vou colocar o vídeo dele aqui, caso você queira assistir:

A primeira pergunta é óbvia: Fábio como é que você vai usar uma aula de natação para falar sobre diagramas elétricos?

Curioso? Então continua com a gente que você vai entender direitinho.

O professor Paulo Bonacella afirma que a prática constante de uma atividade física traz ao praticante três conquistas:

A conquista da técnica, a motora e a fisiológica.

  1. A técnica vem com o esforço para adquirir as habilidades daquilo que se quer executar da forma mais correta possível, então o que se deseja é adquirir a excelência no uso dos instrumentos de medidas, na leitura dos diagrama elétricos, na utilização dos pinouts gráficos, no processo de busca pelo diagrama correto e tanto quanto na atividade física, ser eficiente significa usar a técnica para reduzir esforço.
  2. A segunda conquista, a motora, vem da prática repetitiva do uso da técnica correta. E o que você ganha com isso? alto índice de acertos e muita economia de esforço. O professor Paulo Bonacella compara um amador e um marceneiro cortando tábuas e como o cansaço bate rápido no amador enquanto o marceneiro produz o triplo sem sequer suar. Nossa! Vocês estão percebendo que eu estou usando a analogia dele de forma inversa para explicar a vocês que diagrama elétrico tem que ser usado todo dia, em todo carro, e tem que repetir, repetir e repetir. É assim que você vai ganhar a habilidade motora. O diagrama elétrico não é para ser usado de forma emergencial, é para ser usado todo dia em todo carro, senão a habilidade motora não vem, não é conquistada. Está entendendo?
  3. E finalmente a terceira conquista que é a fisiológica onde professor explica com muita propriedade as vantagens para o coração, para a musculatura e como o corpo se aproveita desse investimento do praticante de exercícios físicos. E a nossa conquista de usar regularmente o diagrama elétrico em nossa rotina de trabalho? Qual seria a terceira conquista? Essa é a mais bacana de todas, a terceira conquista é a profissionalização do diagnóstico, é a conquista do reconhecimento por parte dos seus clientes de que você realmente é um especialista, de que é capaz de resolver facilmente o que para os outros é um grande problema que mantém o carro na oficina e gera prejuízos múltiplos: ocupa o espaço, ocupa o tempo, não gera lucro, impede a entrada de outros veículos e o pior de tudo, gera desconfiança e irritação no proprietário do veículo.

Então meu amigo, aprenda com o professor Paulo Bonacella, pratique esportes e não pare de fazer, pois isso ele explica muito claramente que infelizmente se pararmos de praticar a perda de nossas conquistas motora e fisiológica é muito rápida. E olha que incrível, isso também irá ocorrer conosco se abandonarmos os diagramas elétricos depois de dominada a técnica. Perderemos a agilidade, as conexões entre as medições e os sintomas, perderemos a sensibilidade aos detalhes.

Coloque a consulta e o uso dos diagramas elétricos na sua rotina de trabalho e você verá que essas três conquistas virão rapidamente e você poderá assinar em baixo o que eu digo nesse vídeo.


Diagramas elétricos sem “réguas”

Por Fábio Ribeiro von Glehn


As “réguas” são utilizadas para para evitar o trançado de linhas no papel e orientar o leitor sobre onde procurar a continuidade da informação. Como iríamos ler DIAGRAMAS ELÉTRICOS seguindo as orientações da imagem utilizada na chamada do artigo?

Mesmo com as réguas uma organização do posicionamento dos componentes ajudaria e muito o leitor se houver um cuidado maior de quem elabora o lay-out, veja.

Infelizmente a realidade que encontramos nos diagramas que usam réguas não é tão simples quanto o nosso exemplo. Vamos a um caso real de um desenho para o controle do motor.

A primeira observação que se faz nesse diagrama é quantidade de páginas. Além disso, existe um outro problema que dificulta o diagnóstico. Vou pegar um componente que aparece na página 10 e destacá-lo.

Das quatro ligações do componente destacado, apenas 1 se encerra na própria página. Perceba o raciocínio do diagnóstico sendo substituído por navegação no diagrama!

Para não alongar o artigo, vou seguir apenas o fio preto, ou seja, seguir o diagrama da página 10 para a página 17 à procura do link 122 na posição 213 da régua. Veja na figura a seguir:

Chegamos a um grande impasse. Além do link para retornar ao ponto 122, aparece as ligações ao conector T32a e T3f, outros links (150, 143, 35, 119, 137) e uma informação a ser consultada na legenda ao lado do desenho, B277. A legenda dá a informação que B277 é uma ligação positiva 15 no chicote principal (removi da figura para manter uma certa legibilidade na imagem do desenho).

Então agora é continuar navegando link a link até encontrar aquela que venha a mostrar provavelmente um fusível de proteção a esse circuito. A experiência me levaria a procurar primeiro pelo link 35 por ser o de menor valor e porque essa montadora tem o costume de desenhar todas as derivações de fusíveis nas páginas iniciais. Se fizermos isso, chegaremos ao fusível 34.

Esse esforço de navegação, ainda que se use recursos computacionais para chegar de um ponto da régua a outro, não ajuda no diagnóstico porque gera uma “distração” ao raciocínio.

Como ficaria essas 17 páginas dentro das nossas regras de desenho? E como seria apresentado o relé destacado neste artigo? Veja

As 17 páginas foram reduzidas a 2 (com muita sobra de espaço) e as ligações do relé exemplo são vistas sem a necessidade de buscar a “régua”. Se a continuidade do diagnóstico exigir o conhecimento de todas as ligações ao fusível 34, então a solução tecnológica é mudar o ângulo de visão e solicitar um detalhamento do fusível escolhido através do pinout gráfico:

Como o pinout gráfico e o diagrama elétrico são apresentados em abas paralelas no navegador, o retorno ao diagrama elétrico exige apenas um click, mas a ideia é que se o profissional solicitou o detalhamento pelo pinout gráfico é porque o defeito já havia sido cercado lá no diagrama elétrico, então não haverá quebra de raciocínio se sim uma continuação na busca pela causa.

De qualquer forma é importante salientar que as “réguas” ajudam a eliminar o problema de linhas trançadas no desenho, mas seu uso excessivo gera uma fragmentação indesejável ao diagnóstico. Perder uma linha de raciocínio pode significar muitos minutos de trabalho a mais que poderiam ter sido evitados se o responsável pela elaboração do lay-out do diagrama usasse mais o tempo dele para economizar o tempo do leitor.


Diagramas elétricos sem “setas”

Por Fábio Ribeiro von Glehn


O trançado de linhas funciona como um sinal de ruído a confundir o leitor do diagrama elétrico e infelizmente não é a única perturbação a ser evitada. Nesse artigo, vou descrever outro problema bastante comum que eu tenho encontrado ao longo desses anos.

Veja a figura abaixo com um diagrama elétrico de controle da transmissão e observe que em algumas partes a informação não finaliza no diagrama, mas em outro desenho.

Isso é um grande problema no diagnóstico. Se o profissional acessou o diagrama do controle da transmissão é porque provavelmente ele esteja diante de um veículo com um inconveniente nesse sistema. No entanto, o diagrama consultado informa que é preciso voltar ao índice e buscar a continuidade no diagrama de controle do motor.

Então o profissional percorre esse caminho e encontra a figura abaixo que representa o controle do motor.

A linha de raciocínio sobre o problema da transmissão provavelmente já se perdeu e a meta agora passa a ser encontrar no segundo desenho a informação que falta no primeiro.

No emaranhado do controle do motor, destaquei os pontos que nos interessam com algumas marcações. Observe a figura abaixo.

Um sinal do interruptor do pedal de freio (destaque 1) segue pela fiação elétrica até o ponto de solda “U” e deriva para outros componentes (2, 3, 4 e 5) sendo o destaque 5 o que representa a unidade da transmissão.

Aqui surge outro ponto de grande perturbação no diagnóstico pois a informação transita pelas 5 páginas que compõe o diagrama do motor.

Qual era o problema do veículo mesmo?

Veja na figura a seguir, como ficou o diagrama da transmissão da primeira imagem desse artigo após a aplicação das nossas regras de desenho, com um destaque para o sinal do interruptor do pedal de freio

O desenho ocupou apenas 1 página, ficou legível e ainda sobrou espaço! Resultado: Mais fácil de ensinar, de aprender e de consultar para o trabalho diário.

E onde aparece os destaques 1 a 5?

O detalhamento de todos os circuitos somente será necessário se faltar o sinal no destino, ou seja, o profissional encontrou uma falha e agora precisará aprofundar com mais testes para especificar a causa, então basta ele colocar o indicador do mouse* sobre o componente em questão e pedir a expansão da informação para construção do Pinout Gráfico. *O sistema também está adaptado para smartphones.

Agora o profissional poderá ver todas as ligações, inclusive as intermediárias.

O diagrama elétrico tem que ajudar no raciocínio e não gerar confusão. “Setas” indicando a necessidade de continuidade em outro diagrama facilita somente o trabalho de quem elabora o diagrama, não do profissional que o consulta. Um bom lay-out e um bocado de tecnologia de software resolve o problema das “setas” sem perder cada detalhe da informação.


Diagramas elétricos sem “nós”

Por Fábio Ribeiro von Glehn


Quando eu comecei a ministrar cursos de injeção eletrônica eu usava em sala de aula os diagramas elétricos que as montadoras forneciam aos seus concessionários e por vezes a dificuldade em ler aqueles diagramas tomava mais tempo da aula do que o entendimento do sistema em si. O diagrama mais atrapalhava do que ajudava. Vou representar um diagrama com exemplos de “nós” para explicar o que acontecia.

Na figura a unidade de controle A se comunica com os componentes B, C, D, E e F e as linhas representam a fiação elétrica. Observe a parte central do desenho como fica. Esse trançado de linhas é o que eu chamo de “nós” e em sala de aula esses “nós” funcionam como ruídos no processo de ensino-aprendizagem.

Então parei para pensar numa solução e resolvi apresentar a mesma informação em um outro leiaute:

Veja que agora é possível isolar facilmente um componente, como se colocássemos uma máscara que deixasse aparecer somente o componente que estivéssemos estudando, por exemplo, vamos escolher o componente C.

Mais tarde, quando comecei um mestrado que infelizmente não cheguei a terminar, tive que trabalhar com o LabView e era incrível o que essa ferramenta proporcionava e o quanto de lixo os projetos continham e de repente surgiam como que por encanto quando eu começava a simplesmente a desfazer os “nós”.

Vinte e cinco anos depois, as montadoras e muitas empresas continuam trançando linhas em seus diagramas elétricos. Já o diagrama destrançado além de ser muito mais fácil de aprender, é muito mais fácil de consultar, até mesmo em um smartphone. Eu fiz um exemplo de um módulo com 14 ligações, agora pensa na bagunça em módulos que operam com mais de 100 terminais!

Quem elabora o projeto precisa avaliar que um dia ele vai deixar aquele projeto para outro dar continuidade, ou então que a manutenção será realizada por outra pessoa e os lay-outs precisam ser claros, objetivos e de preferência, sem “nós”.


Dica Técnica Renault P0315: Sincronismo da roda fônica fora da faixa

Luz da injeção acesa e registro da falha DEF457 ou P0315:

Sincronismo da roda fônica ou anel de relutância fora da faixa

Marca: Renault

Modelos: K4, F4 e K7

Sistema: Injeção eletrônica

Versão: Sagem S3000, EMS 3120


Problema: Luz da injeção acesa e registro da falha DEF457 ou P0315: Sincronismo da roda fônica ou anel de relutância fora da faixa.

Retorno do Scanner: DEF457 ou P0315: Sincronismo da roda fônica fora da faixa.

Informações complementares:

Possíveis causas:

  1. Roda fônica ou anel de relutância no volante do motor danificado, dentes deformados ou sujeira/interferência;
  2. Sincronismo do motor fora do padrão (correia dentada ou corrente);
  3. Aprendizagem de roda fônica não realizada;
  4. Reparar ou substituir o volante do motor se necessário.

Dica de procedimento para aprendizagem:

  1. Via scanner verificar no menu se há opção de aprendizagem de roda fônica, seguir instruções na tela.
  2. Normalmente os passos após iniciar o procedimento de aprendizagem via scanner são:

a) Desacelerar pela primeira vez com o corte de injeção (cut off) (ou seja, pés fora do freio, pedal do acelerador e pedais da embreagem) entre 3500 e 3000 rpm, de 3ª marcha para câmbio manual e d 2ª marcha para câmbio automático, por pelo menos 5 segundos.

b) Desacelerar uma segunda vez com o corte de injeção (cut off) (ou seja, pedais de freio, acelerador e embreagem liberados) entre 2400 e 2000 rpm para motores K4 e entre 1800 e 1400 rpm para motores F4R, na 3ª marcha para caixa de velocidades manual e 2ª para caixa de velocidades automática, durante pelo menos 5 segundos.


Lógica de partida nos Modelos GM

Apresentamos um diagrama de blocos para um melhor entendimento da lógica de partida nos modelos GM

Em situações de falha na partida (motor não gira), esse diagrama ajuda na análise de possíveis áreas do circuito a serem investigadas.
De acordo com o diagrama:
  • O relé de partida é comandado pela UCM de controle do motor através do envio de um sinal positivo.
  • O módulo de controle da carroceria (BCM) monitora o contato da chave de ignição através do terminal c15, que muda o status de sua tensão quando é acionado a partida (linha +50). Ao receber o sinal de partida, o módulo de controle da carroceria (BCM) envia a solicitação de partida a UCM de controle do motor via rede de dados.
Outros sinais de entrada necessários para o acionamento do relé de partida:
  • Sinal p/n de posição da alavanca do câmbio (modelos com transmissão automática);
  • Sinal +12v do interruptor de posição do pedal da embreagem (no caso da S10 cambio mecânico).
Para modelos com sistema de partida sem chave, o sinal do botão de partida é enviado a unidade de controle do sistema de partida sem chave, em seguida, à unidade de controle da carroceria (BCM) que o envia ao módulo de controle de motor via rede de dados.
É muito importante considerar que as principais causas de falha na partida (motor não gira), ainda estão relacionadas a:
  • Bateria fraca, descarregada;
  • Aterramentos deficientes por mal contato ou oxidações nos terminais do chicote;
  • Cabo negativo da bateria com resistência excessiva;
  • Motor de partida defeituoso.
Os diagramas com detalhes para os sistemas de partida dos diversos modelos GM podem ser acessados via diagweb: https://www.diagweb.com.br/Pesquisa/0/0/0/0/4/42/0/0/0/28/-/

 

Dica Técnica de Transmissão Automática


Por Hélio Czerny

Transmissão Automática

Deixa de funcionar após a remoção / instalação da caixa ou do motor

Percebo que é bastante comum o reparador remover o motor ou a caixa de câmbio de veículos equipados com transmissão automática e após a instalação dos mesmos a caixa automática já não funciona mais.

Quando falamos de câmbio automático, estamos falando de um complexo sistema hidráulico e mecânico. Pois bem, para que a parte hidráulica funcione de maneira adequada, precisamos, antes de tudo, que o fluído hidráulico (ATF) seja pressurizado. Para tanto, o câmbio automático conta com uma bomba interna. Essa bomba é acionada pelo conversor de torque que, para isso, é ligado a ela por seu gargalo, por uma árvore ou por algum outro meio.

Ocorre que o reparador, ao retirar o câmbio ou o motor, acaba deixando o conversor de torque preso ao motor. Ao recolocar a transmissão ou o motor em seu lugar, também o faz com o conversor preso ao motor.

É nesse momento que acontece o problema, pois o conversor possui encaixe próprio com a bomba do câmbio. Quando montamos o conjunto com o conversor preso ao motor, não é possível fazer o correto acoplamento com a bomba da transmissão. Dessa maneira, ao apertar o motor ao câmbio, como o conversor não está encaixado corretamente à bomba, ocorre a quebra da bomba da transmissão. A partir daí nada mais acontece na transmissão devido a falta de fluido sob pressão.

O procedimento correto para a montagem é encaixar o conversor na caixa de câmbio tendo a certeza de que ele foi até o final. Além disso, é preciso ter muito cuidado para que o conversor não se desencaixe de seu alojamento durante a recolocação do motor ou da transmissão. Caso contrário teremos danos causados à bomba.


Hélio Czerny é Instrutor de câmbio automático e automatizado e proprietário da Hellis Treinamento e Desenvolvimento.

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Dica Técnica Ranger NGD 3.0

Ranger NGD 3.0

Memória de erro P0200 circuito dos injetores


Por Aparecido Oliveira – EAOL – Campinas

 

Defeito:

Não pega

Pesquisando o Código de Falha P0200 no Diag App:

 

Procedimento:

Verificando a continuidade do chicote dos injetores, contatos dos conectores e resistência dos injetores, detectamos que o injetor do cilindro 4 estava com resistência alterada, variando. 5 a 300 kOhm.

Veja o diagrama completo em: https://www.diagweb.com.br/Pesquisa/23021

 

Foi ligado um injetor no conector do cilindro 4 para teste sem monta-lo no lugar para comprovar o seu funcionamento.

 

Solução:

Substituir o injetor do cilindro 4.

 

Nota:

O veículo pega com um injetor desligado desde que não grave o erro P0200.

Desconectando um injetor com o motor funcionando o módulo inibe o cilindro.

Resistência normal em torno de 200 kOhm, porém deve ser estável. É recomendável medir a capacitância do injetor.


diagwedica

Novidades Diagweb Agosto

Neste post mostramos novidades do diagweb, não apenas em relação à novas informações inseridas, mas também aprimoramentos na plataforma para melhorar a experiência de uso da página.


Sincronismo do Motor Gol 3 cilindros

06/08/2018

Começamos a semana com tudo, desta vez as novidades são de procedimentos de Sincronismo do Motor e a Rota de Correias de Serviços ou Acessórios para:
Gol 1.0 12V CSEA 3 cil.
Gol 1.0 12V WHYA 3 cil.
Gol 1.0 12V CHYB 3 cil.
Gol 1.0 12V CWRA 3 cil.
Estes diagramasestão  disponíveis exclusivamente para assinantes do Diagweb.

UP! TSI 2017-2018

Já tínhamos publicados os primeiros  diagramas elétricos da Injeção Eletrônica para o UP! TSI 2016, e hoje continuamos com o UP! 1.0 12V TSI CYTA 2017-2018 (3 Cilindros), das 6 versões (Black, Connect, Cross, High, Move, Pepper, Red, Speed e White) do modelo da Volkswagen:
Estes diagramasestão  disponíveis exclusivamente para assinantes do Diagweb.

Hilux 1KD-FTV

16/08/2018

Publicamos os diagramas elétricos da Injeção Eletrônica da Hilux SW4 SRV 3.0 16V 1KD-FTV Diesel TDI Automatic 4 Marchas 4×4 2012.
Estes Diagramas, mais outros 10 diagramas elétricos correspondentes aos principais sistemas embarcados deste modelo, estão disponíveis no Diag Volume 28 e para assinantes do Diagweb.

Sincronismo Argo

17/08/2018

Desta vez as novidades são de procedimentos de Sincronismo do Motor e a Rota de Correias de Serviços ou Acessórios para:

Argo 1.0 6V GSE 3 cilindros

Estas informações formam parte dos conteúdos exclusivos para assinantes do Diagweb.

Injeção Logan/Sandero

22/08/2018

Complementando as informações contidas no Volume DIAG 26, publicamos 17 diagramas elétricos de injeção eletrônica dos modelos Logan e Sandeiro Continental EMS 3120 2015-2016:

Confira a lista completa no link: https://www.diagweb.com.br/Pesquisa/0/0/0/0/4/33/0/351/0/0/-/

Estes diagramas estão disponíveis para assinantes do diagweb e clientes que possuem o volume DIAG 26.


Diagramas na Tela Cheia

21/08/2018

Atendendo a uma das solicitações feitas por alguns dos nossos usuários, criamos a opção “tela cheia” para os nossas informações no diagweb, confira como habilitar:

Agora você pode eliminar o “ruido” da página para focar somente na informação que te interessa, sem necessidade de impressões desnecessárias, nem de salvar arquivos no pc.

Basta apenas habilitar a opção no diagweb.


Sincronismo JAC Motors

24/08/2018

Publicamos os procedimentos de sincronismo do motor dos modelos J2 e J3 da JAC Motors.

Estas informações estão disponíveis exclusivamente para assinantes do diagweb.


Novidades de Navegação

27/08/2018

  • LOGIN

Agora é possível fazer Login na sua conta diagweb usando o CPF ou CNPJ da conta para acessar ao seu cadastro (Exclusivo para Brasil).

  • Pinou Gráfico mais veloz
Fizemos uma mudança no sistema, melhorando a velocidade de geração do pinout gráfico.  Esta alteração trouxe um ganho de tempo de 90 segundos  para apenas 3 segundos.
  • Procedimento de trocas de PC

Use o Diag App para habilitar o PC de acesso ao diagweb em um simples passo:


Mais Injeção Logan/Sandero

29/08/2018

Continuamos com a produção de diagramas elétricos de:

Logan e Sandero 1.6 8V K7M Hi-Flex

Estes diagramas estão disponíveis para assinantes do diagweb e clientes que possuem o volume DIAG 26.